Conselho do Samba de Santos

Construção da Cidadania

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Apresentação

Todo povo tem sua história, Sambistas de Santos sua história narrada pelo escritor Marechal do Samba J. Muniz Jr.

A lei Municipal 278/85 Conselho do Samba torna os Sambistas de Santos participantes de Comunidade Tradicional culturalmente diferenciada de pessoas do Mundo do Samba Santista com participações devidamente comprovada com o compromisso de promover a pesquisa, o estudo e a defesa das Escolas de Samba, em defesa da dignidade do Sambista.

Lei Federal nº 11.645/08, tornou obrigatório o ensino da história e cultura afro-brasileira nas escolas, públicas e privadas,  e Lei Federal nº 12.288/10, Estatuto da Igualdade Racial, oportunidade para colocar em pratica o desenvolvimento Físico, Mental, Moral, Espiritual e Social das Crianças, Adolescentes, Jovens e Velha Guarda em condições de liberdade.

resolução nº 68/237 da Organização das Nações Unidas ONU, proclama Década Internacional dos Afrodescendentes, período de 2015 a 2024, tema Reconhecimento, Justiça e Desenvolvimento.

Considerando o avanço institucional Negros e Sambistas de Santos firmado nos valores cultural e Social dando continuidade que 1886,  cidade de Santos a sociedade emancipadora libertou escravos, Conselho do Samba de Santos mais novo Segmento da Sociedade Civil, em continuação do legado, realiza a 1º Feijoada em prol da Embaixada do Samba, manifestação e difusão da Produção de Cultura Negra de Santos (Art. 215 e 216 CB), voltada para participação do Sambista no desenvolvimento do Município.

Santos com 17 Escolas de Samba e ruínas, a história dos Negros e Sambistas, além de referência educacional, cabe como atrativo turístico da cidade.

Sergio Luiz de Paula

Presidente do Conselho do Samba

Construindo Cidadania

 

Considerando trabalhos das gerações anteriores, Sambistas de Santos no governo Osvaldo Justo (1984-1988), conseguiram instituir o Conselho Oficial do Samba Santista, Lei Municipal nº 278/85, pessoas do Mundo do Samba Santista com participações devidamente comprovada.

Ao Conselho do Samba em defesa do Sambista perante a Vida Política, Econômica, Empresarial, Educacional, Cultural e Esportiva, a competência promover a pesquisa, o estudo e a defesa das Escolas de Samba, em defesa da dignidade do Sambista.

Conselho do Samba de Santos soma as conquistas da geração atual com as conquistas das gerações anteriores, utiliza conhecimentos, inovações e práticas gerados e transmitidos pela tradição.

Embora institucionalizado em 1985, o Conselho do Samba, passou atuar com as Escolas de Samba de Santos, somente em13 de novembro de 2013, por empenho do Sambista Heldir Lopes Penha, quando presidente da Liga das Escolas de Samba de Santos LICESS, integrou o Conselho do Samba no estatuto da LICESS oferecendo a sede no Centro Cultural da Zona Noroeste, passarela do Samba Dráuzio da Cruz para as reuniões do Conselho do Samba e a oportunidade de participação como assistentes nas reuniões das Escolas de Samba.

A primeira Comissão do Conselho do Samba, iniciou tendo a frente João Henrique Makumba, Sergio Mineiro, Toninho Brasileiro, Sergio de Paula, Paulo da Magia, Jorge Geremias Simonal, Irene Barbosa e Rosana de Amorim Trindade.

A Comissão conseguiu estabelecer com reconhecimento público que Cabos do Samba e Cidadão Samba, definição a exclusividade pertence ao Conselho do Samba.

Consta também definido entre Conselho do Samba e Prefeitura Municipal de Santos, através da Secretaria Municipal de Cultura, constar na Passarela Dráuzio da Cruz, as denominações Recuo da Bateria Mestre Rubens, Recuo da Bateria Concentração Mestre Paulinho e Recuo da Bateria Dispersão Mestre Alemão, inauguração aconteceu em 12/02/2015, com a presença do prefeito Paulo Alexandre Barbosa e Secretário Municipal de Cultura Fabio Nunes.

A denominação espaço Daniel Feijoada reservado dos Sambistas Tradicional para assistirem na Passarela do Samba Drauzio da Cruz o desfile das Escolas de Samba, inauguração aconteceu em 14/02/2015, com a presença do Secretário Municipal de Cultura Fabio Nunes. Homenagem do Conselho do Samba aos Sambistas partes da história da Escola de Samba de Santos.

Definido também, pela primeira Comissão do Conselho do Samba a criação da Embaixada do Samba visando a participação nos rituais e eventos solene.

Embaixada do Samba tem como integrantes os ex-Cidadãos Samba e ex-Cidadãs Samba, que ao terminarem o ano, recebem a faixa de Embaixador do Samba e Embaixadora do Samba, sendo o Sambistas mais antigo o Embaixador Mor.

Em 29 de outubro de 2015, Sergio Luiz de Paula consagrado Sambista de Ouro do Estado de São Paulo, passou a ser o presidente do Conselho do Samba, iniciando a gestão com atenção na continuação do legado, preservar as conquistas das gerações passadas e as conquistas da primeira Comissão do Conselho do Samba, a referência para Exercício da Cidadania.

A primeira providência do presidente Sergio de Paula, foi visitar as Escolas de Samba, organizou a escolha dos Cidadãos Samba 2016, revertendo a arrecadação dos alimentos não perecíveis para entidades beneficientes.

As reuniões de avaliação aspectos pedagógicos e cultural, dados iniciais para formação da História, realizadas no Templo Estado Maior do Samba com o historiador do Samba de Santos Marechal do Samba José Muniz Junior.

Os entendimento para o Reconhecimento tratado junto a Prefeitura Municipal de Santos, através da Secretaria Municipal de Cultura SECULT.

Ordem do Brasão, também é um compromisso de participação na sociedade estabelecida na gestão Sergio Luiz de Paula.

Sambistas e colaboradores da Comissão de Estruturação gestão presidente Sergio Luiz de Paula são os seguintes:

Heldir Lopes Penha – Cabo do Samba vice-presidente

Toninho Brasileiro – Embaixador do Samba Diretor

Rubin Cezar – Embaixador do Samba Diretor

Manoel Aparecido Ferreira – Embaixador do Samba Diretor

Irene Barbosa – Embaixadora do Samba Diretora

Maria Aparecida – Embaixadora do Samba Diretora

Rosana Amorim – Embaixadora do Samba Diretora

Laudicéia Maria – Embaixadora do Samba Diretora

Luiz Otávio de Brito – Cabo do Samba – Produtor de Cultura Negra – presidente da Associação de Defesa da Comunidade Negra e Sambista.

Regina Duarte – Colaboradora

Carlos Humberto – Velha Guarda

Para ser considerado Sambista Tradicional, informação consta no documento elaborado por J. Muniz Jr., Toque de alerta para o Carnaval de 1987, publicação efetivada pela Prefeitura Municipal (1987), critério na parte Cabos, Tias e Cidadãos Samba, direitos assegurados conforme artigo 5º da Lei Federal Complementar Nº 9.610 de 19 de fevereiro de 1988, Direitos Autorais no Brasil, procedimento atualmente adotado pelo Conselho do Samba.

Sambista reconhecido pelo Conselho do Samba representa os Negros e Sambistas de Santos.

 

 

Programação

 
     
 

Ø 13:00 hs – Abertura Locutor agradecimentos e comunicar o motivo do evento

Ø 13:10 hs – Boy do Violão

Ø 14:00 hs – Locutor Apresentação da Diretoria e colaboradores fala o presidente

Ø 14:10 hs – Velha Guarda da X-9

Ø 15:00 hs – Locutor conquistas consagradas

Ø 15:10 hs – Tchú Tchú Tchú e Colorido Manoel com a Boneca Nega Baldina

Ø 16:00 hs – Locutor Visita as Escolas de Samba

Ø 16:10 hs – Zinho do Tempero

Ø 17:00 hs – Locutor síntese das próximas programações

Ø 17:10 hs – Serginho Zumbaue

Ø 18:00 hs – Locutor Encerramento agradecimento.

     
 

 
     
 
 

 

 

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